arte · filosofia

OBRA DE ARTE DA SEMANA | A valsa, de Camille Claudel

Publicado no site Artrianon A escultura A Valsa (1892), da artista Camille Claudel, é feita de uma sensibilidade poderosa. Sem sabermos que música embala o casal, vemos duas formas dadas sinuosamente pelas mãos de Claudel, em um movimento que transcende o material e se torna respirante. É uma bela representação de um amor que perdura no eterno… Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA | A valsa, de Camille Claudel

cinema · resenhas

Crítica | Sem fôlego

Publicado no site A Toupeira A premissa do filme “Sem Fôlego” (Wonderstruck), dada pelo tom do trailer, é de uma busca catártica de duas crianças pela própria identidade, ao som da épica música Space Oddity, de David Bowie. Alguns elementos como a magia do gabinete de curiosidades e da descoberta do mundo por meio da evolução no Museu… Continuar lendo Crítica | Sem fôlego

cinema · resenhas

Crítica | The Post – A Guerra Secreta

Publicado no site A Toupeira  Indicado a ao Oscar em duas categorias, Melhor Filme e Melhor Atriz (Meryl Streep). A notícia é uma criatura à espreita pedindo para ser revelada. Ela é, porém, mais urgente quando tem guardada em si a verdade sobre um governo que enviou tropas para a guerra do Vietnã sabendo, desde… Continuar lendo Crítica | The Post – A Guerra Secreta

arte · cinema · filosofia · história · resenhas

Crítica | Me chame pelo seu nome

Publicado no site CF Notícias  Indicado ao Oscar em quatro categorias: Melhor filme, Melhor Ator (Timothée Chalamet), Melhor Roteiro adaptado, Melhor canção original. O filme Me chame pelo seu nome (Call me by your name) evoca o melhor dos ares festivos e sonhadores das férias de verão. É uma grande exposição sobre o primeiro amor e as… Continuar lendo Crítica | Me chame pelo seu nome

literatura · livros · resenhas

Não há amanhã, de Gustavo Melo Czekster

  Não há amanhã, Gustavo Melo Czekster Editora Zouk, 2017, 158 pgs. Há livros que encantam por trazer à tona o fantástico como um corte no tecido cotidiano de modo inesperado. A obra de Gustavo Melo Czekster, Não há amanhã, é um deles, um livro capaz de se propor inteiro como uma voz ativa. Nessa segunda… Continuar lendo Não há amanhã, de Gustavo Melo Czekster