cinema · literatura · resenhas

Ilusões perdidas, adaptação imersiva e magistral de Balzac

Illusions Perdues (Ilusões Perdidas) 2021 | França, Bélgica | 149 min | Direção: Xavier Giannoli | Roteiro: Jacques Fieschi, Xavier Giannoli, Yves Stavrides Elenco: Benjamin Voisin, Cécile de France, Vincent Lacoste, Xavier Dolan, Salomé Dewaels, Jeanne Balibar, André Marcon, Louis-Do de Lencquesaing, Gérard Depardieu, Jean-François Stévenin, Candice Bouchet. O romance clássico Ilusões Perdidas, publicado em… Continuar lendo Ilusões perdidas, adaptação imersiva e magistral de Balzac

literatura · livros · resenhas

O clássico decadentista O Grande Deus Pã

créditos: Marina Franconeti MACHEN, Arthur. O Grande Deus Pã. Tradução Thais Rocha. Feira de Santana, BA: Editora Corvus, 2020. Escrito em 1894 por Arthur Machen, a história de O Grande Deus Pã ressoa diversas narrativas do mundo pop no século XX e XXI. O enredo carrega o decadentismo e ares apocalípticos e melancólicos do fim… Continuar lendo O clássico decadentista O Grande Deus Pã

curiosidades · história

Dissabores de uma viajante do tempo e outras situações por Karolina Zebrowska

Existe uma aura mística em torno das regras de etiqueta e códigos sociais de outros séculos. Quando retratados em filmes, os séculos XVIII e XIX ganham reformulações muito distintas sobre as pessoas que viviam e interagiam nesses períodos históricos. Mas nos esquecemos que, em algum momento, as regras de etiqueta deviam falhar, a maquiagem e… Continuar lendo Dissabores de uma viajante do tempo e outras situações por Karolina Zebrowska

arte · matérias

OBRA DE ARTE DA SEMANA | Os olhos fechados, de Odilon Redon

À primeira vista, a cena aparenta ser a de uma mulher, com os olhos fechados, os ombros nus. Os cabelos são longos, a expressão diz pouco, e da obra emana algo vaporoso da interioridade no instante íntimo, mas dá indícios de um tom sagrado na obra. A confusão sobre o tema e a figura é… Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA | Os olhos fechados, de Odilon Redon

cinema · resenhas

Crítica | Lizzie

A história de Lizzie, filme dirigido por Craig Macneill, converge à crítica sobre o século XIX que cria narrativas em torno do feminino como o belo mal e o perigoso, e a perniciosa reverência aos homens. O poder sem rédeas de chefes de família, os quais podiam ameaçar internar suas filhas, e os assédios morais… Continuar lendo Crítica | Lizzie

arte · matérias

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Os comedores de batatas, de Van Gogh

VAN GOGH, Vincent. The Potato Eaters, 82 cm x 1,14 m, 1885. Publicado no site Artrianon A garotinha nos dá as costas, como se estivesse prestes a arrastar a cadeira e se juntar à família. A senhora, à direita, serve o café em pequenas canecas, enquanto o senhor, possivelmente seu marido, sorri agradecendo o café que o aquecerá… Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Os comedores de batatas, de Van Gogh

arte · filosofia · história · matérias

OBRA DE ARTE DA SEMANA: O desespero da morte em A jangada da Medusa, de Géricault

Publicado no site Artrianon (fevereiro) Theodore Géricault, A jangada da Medusa, óleo sobre tela colocada sobre madeira, 491 x 716 cm, 1819. Conservada no Museu do Louvre, Paris, França. A jangada da Medusa (1819), de Théodore Géricault, é uma obra grandiosa, parte do acervo do Museu do Louvre, e surpreende pela profusão de corpos clamando por… Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: O desespero da morte em A jangada da Medusa, de Géricault

arte · cinema · filosofia · história · literatura · livros · matérias · teatro

Hamlet e a representação de Ofélia na arte e na cultura pop

Ofélia, personagem da clássica tragédia escrita por William Shakespeare e publicada entre 1599 e 1601, virou um ícone graças as várias representações dela na pintura. Com destaque ao quadro Ofélia, de Sir John Everett Millais (1851), foi figurada a famosa cena, apenas imaginada pelos leitores, em que a jovem se lança às águas de um… Continuar lendo Hamlet e a representação de Ofélia na arte e na cultura pop

arte · contos · literatura

O chão das dores seculares

As criaturas que vivem enfiadas nas terras são desconhecidas. Passam despercebidas, nem meras sobreviventes são vistas pelos outros. Respiram por entre a poeira e os restos da existência que parece ter sido mais relevante na superfície da qual vemos apenas o vislumbre. Eu tinha uma grande afeição pelos insetos que ninguém via, pela vida pulsante… Continuar lendo O chão das dores seculares